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CTO: Aaron Yooshin Kim (김유신)

Aaron Yooshin Kim (김유신) era o Diretor de Tecnologia e Cofundador da Mound Inc. Ele detinha 20% da Krypton PTE. LTD. — a entidade de Singapura que controla a Mound Labs. Como CTO, ele tinha responsabilidade técnica direta sobre a arquitetura do QBridge que foi explorada em $80M.

Em 1º de fevereiro de 2022 — quatro dias após o hack — Aaron Yooshin Kim deletou seu perfil do LinkedIn.

Aaron Yooshin Kim — captura de tela do perfil do LinkedIn


O seguinte foi capturado de seu LinkedIn (agora deletado) e do TopioNetworks antes da exclusão:

PeríodoEmpresaCargo
Jun 2020 – PresenteMound, Inc.CTO (Cofundador)
Jun 2019 – PresenteArtify Inc.CEO
Dez 2017 – Jul 2019ATR CompanyCTO / Desenvolvedor
Fev 2016 – Dez 2017STAYGE Labs, Inc.CTO / Desenvolvedor
Out 2014 – Out 2015Context Logic KoreaEngenheiro de Software
Mar 2011 – Set 2012MadsmartEngenheiro Cofundador
InstituiçãoCredencial
Pohang University of Science and Technology (POSTECH)Bacharelado em Ciência da Computação (2017)

A comunidade notou e documentou a exclusão no Reddit:

“Alerta de Notícia — Aaron Yooshin Kim deletou o LinkedIn”Reddit, r/PancakeBunny

  • URL deletada: https://www.linkedin.com/in/aaromkimys
  • Data da exclusão: 1º de fevereiro de 2022
  • Dias desde o hack: 4

Nenhuma explicação foi dada. O perfil tinha 6 conexões e 9 seguidores no momento da exclusão. O perfil do LinkedIn mostrava que ele era CTO desde junho de 2020 — o mesmo mês em que a Mound foi fundada.



Conforme registros corporativos da Krypton PTE. LTD.:

103-dong 1003-ho, 391, Hyoryeong, Seocho-gu, Seoul, Coreia


Como CTO, Aaron Yooshin Kim era diretamente responsável por:

  • A arquitetura do QBridge e dos contratos inteligentes QBridgeHandler
  • A decisão de implantar a ponte sem concluir sua auditoria de segurança
  • A reatribuição do parâmetro resourceID para o endereço zero — a alteração precisa que possibilitou o exploit — que somente o proprietário do contrato poderia realizar
  • A falha em considerar o comportamento conhecido do EVM (sucesso silencioso em chamadas EOA) documentado desde 2019

Deletar o próprio perfil do LinkedIn quatro dias após perder $80M em fundos de usuários não é o comportamento de alguém que planeja resolver a situação.